Bem-Vindos!

"A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. E ensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria." (Paulo Freire)

domingo, 13 de maio de 2012

Um minuto de silêncio...

Não... nenhum parente, amigo ou conhecido faleceu (Graças à Deus! rs)
Mas o minuto de silêncio se deve a minha falta de motivação, de ânimo pra continuar na educação... anda tão difícil!!! São tantas exigências, cobranças do professor... e na hora da parceria, de andar junto... ninguém aparece! Seria cômico, se não fosse trágico! Mas o professor (acho) é o único profissional que trabalha sozinho... é raro encontrar uma direção, Secretaria de educação, etc, que realmente ajude ao professor, que acompanhe o seu trabalho. E quando digo acompanhar, não quer dizer observar, fiscalizar, mas acompanhar no sentido de ir junto, caminhar junto! A culpa da falta de educação é do professor! a criança não aprendeu? A culpa é do professor! O pai do aluno morreu? Ah... professor!!!! Pronto! Falei!

sábado, 28 de abril de 2012

No dia da Educação, nada melhor do divulgar e aprender um pouquinho com quem faz.

Nota: A professora Maíra de Souza Rocha (de blusa preta na foto) citada na reportagem é minha amiga e colega de trabalho. Realmente elas realizam um belo trabalho no Paul Harris. É de profissionais assim que nossa educação precisa. Parabéns, meninas!



 

 

 



 

 

 



Material reciclado ajuda aprendizado de alunos especiais


Para auxiliar o trabalho pedagógico dos alunos com necessidades educacionais especiais, duas professoras do Centro Municipal de Educação Especial Paul Harris, em Nova Iguaçu, transformam mangueira de gasolina, garrafas pet, botões, retalhos e outros produtos em material pedagógico. A escola da rede municipal de ensino de Nova Iguaçu atende crianças com hidrocefalia, paralisados cerebrais, cadeirantes, deficientes intelectuais, portadores de síndromes, deficientes auditivos e outros, em turmas regulares. É a chamada inclusão.
Além de participarem das atividades das classes regulares, estes estudantes recebem atendimento educacional especializado nas salas de recursos, como prevê a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). E é ai que entram as professoras Maira de Souza Rocha e Raquel Mendes Nery Silva.
Maira é psicopedagoga e Raquel tem formação em educação especial. Juntas as duas desenvolvem ações com materiais adaptados e tecnologias assistivas, o que permite alunos paralisados e com limitação motora, por exemplo, a se manterem firmes em cadeiras com apoio de coletes e cintos com velcro. Elas utilizam mangueiras de chuveiro, de gasolina, emborrachados para engrossar lápis para dar mais firmeza e precisão na escrita das crianças e adolescentes.
"Primeiro conhecemos as crianças e fazemos entrevistas com os pais. Fazemos avaliações constantes e trabalhamos com as tecnologias assistidas. Precisamos da parceria dos pais. Cada passo é precioso", explicou a professora Maira.
Apesar da simplicidade dos produtos, eles são úteis e necessários no cotidiano escolar dos alunos com determinadas limitações físicas. Algumas crianças utilizam ainda os tubos de plástico para digitar com a boca, já que não possuem movimentos dos braços. Algumas vezes estes recursos são adaptados à testa , como se fosse um capacete, também como forma de permitir que o estudante possa participar das aulas e atividades nos computadores.
Na sala de recursos elas trabalham ainda estimulação tátil, auditiva e os sentidos de forma geral. Isto faz com que o aluno desenvolva de forma plena, além de estimular sua capacidade cognitiva, ou seja, o aprendizado, a atenção, na organização de pensamento, tomada de decisões entre outras habilidades.
Fonte: http://www.novaiguacu.rj.gov.br/noticias.php

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Uma iniciativa que vale a pena divulgar.

Projeto de escola fluminense tenta abranger a comunidade

Sexta-feira, 20 de abril de 2012 - 17:50
Na escola de Nova Iguaçu, os alunos vão ler uma obra a cada semana e falarão sobre ela aos estudantes de outras turmas e aos pais (foto: João Bittar–arquivo MEC)A pedagoga Janete Lima Cavalcante, diretora da Escola Municipal Professora Edna Umbelina de Sant’Anna da Silva, no município fluminense de Nova Iguaçu, criou um projeto para incentivar a leitura entre os pais e responsáveis pelos 719 alunos do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental matriculados na instituição. Mas ela pretende atingir também a comunidade. O projeto Pare e Repare o Livro tem início este mês, com o empréstimo de exemplares aos interessados.

O projeto contará com especial atuação dos alunos do quinto ano, que terão a tarefa de ler uma obra a cada semana. Depois, falarão sobre ela aos estudantes das outras turmas e aos pais, por meio de apresentações curtas — dramatizações, músicas e jograis, entre outras atividades — relativas a trechos do conteúdo lido. O objetivo, segundo Janete, é deixar a plateia com “água na boca”, curiosa para saber o restante de cada história.

Para os colegas das outras turmas, as apresentações terão como palco as salas de aula; para os pais, serão realizadas 30 minutos antes do horário de saída. “Um grupo de alunos do quinto ano que já tenha finalizado as tarefas ficará na entrada da escola, em uma mesa com livros, para que os pais possam pegar emprestados os títulos que desejarem”, explica a diretora. As atividades serão realizadas às segundas, quartas e sextas-feiras.

Participante do projeto, a professora Renata Câmara Mascarenhas, também espera um aumento do interesse pela leitura. Graduada em pedagogia, ela dá aulas a alunos das turmas iniciais do ensino fundamental.

Para a também professora Roberta Dutra, que leciona a turmas de quarto e quinto ano, o projeto é um convite para o reposicionamento social, uma vez que as famílias são cativadas pela leitura por meio dos filhos e da escola. Com 17 anos de magistério, graduada em letras, ela acredita na leitura como meio de reflexão e ação para valorizar a vida. “Os projetos desenvolvidos nas bibliotecas escolares democratizam a leitura e a escrita, favorecem o diálogo e a compreensão no processo de ensino e aprendizagem”, ressalta.

De acordo com Roberta, valorizar a leitura na escola é um excelente caminho para exercitar as ideias a favor de si e do próximo, de diminuir os receios quanto à escrita, a partir da criatividade, da afetividade e da subjetividade. ”Com textos diversificados, canções e jograis, observamos o quanto as atividades desenvolvidas na biblioteca possibilitam o crescimento de todos, no vocabulário, na oralidade e na sensibilidade para compreender e lidar com a diversidade escolar”, enfatiza.

Fátima Schenini

domingo, 22 de abril de 2012

Começando nossa conversa

         Falar de educação nos dias atuais não me parece tarefa tão difícil. Todos têm algo a dizer. Mas pensar e fazer educação hoje em dia me parece um desafio maior!
         Bem... este espaço se destina a isso: pensar e discutir educação.
         Se você tem algo a dizer, entre e seja bem-vindo!
         Vamos lá?